Por Adélia Lopes
O gaúcho Plínio Pacheco era oficial da Aeronáutica e repórter quando se apaixonou por Diva Mendonça, então figurante do espetáculo da Paixão de Cristo que a família dela encenava desde 1951 pelas ruelas da Vila Fazenda Nova, distrito de Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco. Essa história de amor deu origem ao maior teatro a céu aberto do mundo, que se dá ao luxo de encenar apenas um espetáculo por ano. Mas que no ano inteiro hospeda turistas, pois desde 2001 a cidade-cenário, cercada de muralhas de granito verdadeiro, abriga a Pousada da Paixão.
O gaúcho Plínio Pacheco era oficial da Aeronáutica e repórter quando se apaixonou por Diva Mendonça, então figurante do espetáculo da Paixão de Cristo que a família dela encenava desde 1951 pelas ruelas da Vila Fazenda Nova, distrito de Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco. Essa história de amor deu origem ao maior teatro a céu aberto do mundo, que se dá ao luxo de encenar apenas um espetáculo por ano. Mas que no ano inteiro hospeda turistas, pois desde 2001 a cidade-cenário, cercada de muralhas de granito verdadeiro, abriga a Pousada da Paixão.
A região, 180km de Recife, é cercada por colinas de pedra. Por lembrar a paisagem da Judéia, Plínio Pacheco, ao herdar o espetáculo do sogro em 1960, logo idealizou uma Jerusalém e contou com total ajuda financeira de outro idealista, Pascoal Carlos Magno, histórico homem de teatro do Rio de Janeiro. E cem mil metros quadrados de terra árida foram comprados nos arredores da vila.

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